Collor assumiu confiscando contas e poupanças há 28 anos

O dia 16 de março de 1990 foi declarado feriado bancário no Brasil. Logo depois de tomar posse , Fernando Collor anunciou o confisco dos depósitos bancários e cadernetas de poupança.   Filas se formaram nas agências, mas os bancos não tinham dinheiro. O comércio também ficou paralisado.

O Plano Collor determinou que os saques na caderneta ou conta corrente estavam limitados a NCZ$ 50 mil, valor pequeno na época. O restante ficaria retido por 18 meses, com correção e 6% de juros ao ano.
O plano durou puco, vindo uma segunda versão, em fevereiro de 1991, que também foi um fracasso. Se você se interessa pelo tema, clique aqui para abrir o grupo “Memória Política do Brasil”, criado por este portal. Ao abrir, clique em “participar do grupo”.

*Com dados de “O Globo” da época.

 

Fernando Collor e a ministra Zélia Cardoso. Foto de Jorge Felix.

 

Veja o “Jornal Nacional” do dia da posse de Fernando Collor. Ele assumiu anunciando o “Plano Collor”,  que levaria ao confisco das poupanças. O plano não deu resultados contra a inflação. E dois  anos depois, com o Brasil em séria crise econômica, Collor foi afastado por denúncias de corrupção.

 

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